A Honda comemorou 10 anos de produção de seu sedã compacto, o City. O modelo é um dos produtos mais populares da marca japonesa no país e teve sua jornada iniciada anteriormente em 1981, quando era ainda um hatchback.

O modelo evoluiu nos anos 90 e virou um sedã, mas ainda não aparentado com o Honda Fit, o que só veio a ocorrer nos primeiros anos da década de 2000, quando ganhou também o nome Aria.

Apenas quando já estava na quarta geração, o Honda City chegou ao mercado brasileiro, o que aconteceu em 2009, com produção em Sumaré, São Paulo, de onde saíram mais de 240 mil unidades do veículo.

Com bom espaço interno e porta-malas mediano, o Honda City logo atraiu a atenção daqueles que queriam um sedã de boa dirigibilidade, conforto e robustez.

Entretanto, diferente de outros produtos, o Honda City manteve o lado sóbrio e prático da marca, sendo bem funcional e pouco dado ao luxo. Equipado com motor 1.5 i-VTEC e transmissão automática de cinco marchas, o sedã tinha bons atributos.

Em 2015, surge a recente geração, que trouxe o desejado câmbio CVT, excluído da segunda geração do Fit e da quarta do City, levando economia em uma condução mais confortável.

Tendo atualmente o motor 1.5 i-VTEC FlexOne de 115 cavalos na gasolina e 116 cavalos no etanol, o Honda City vem nas versões DX, Personal, LX, EX e EXL. O sedã tem câmbio manual apenas na versão DX, enquanto as demais possuem CVT.

Com amplo espaço interno e porta-malas com 536 litros (a Honda fala de um espaço de 51 litros abaixo do assoalho), o Honda City tem ar condicionado digital, direção elétrica, trio elétrico, multimídia com Android Auto e Car Play, câmera de ré, entre outros.

Apesar disso, não traz controle de tração ou de estabilidade, nem assistente de partida em rampa. De janeiro a outubro vendeu 12.577 exemplares, ficando bem distante dos líderes do segmento.

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